Porta-aviões será palco da PBR em dezembro, nos Estados Unidos

By: Jorge Cardoso - com informações de Andrew Giangola  quinta-feira, 24 de setembro de 2020 @ 08:46

PBR.com

A PBR já produziu eventos em lugares inusitados como Times Square, Huntington Beach e Hollywood Boulevard. Agora é a vez do porta-aviões USS Lexington se tornar palco do esporte mais radical do planeta. O evento ocorre no dia 5 de dezembro deste ano apenas para convidados especiais e militares. O gigante de ferro está ancorado na cidade de Corpus Christi, no Texas. Haverá transmissão pelo RidePass.

Para o evento ocorrer, será montada uma arena na base do porta-aviões, que tem 270 metros de comprimento e deslocava mais 37 mil toneladas. Serão instaladas mais de 300 toneladas de aço e areia para realizar as montarias. Os touros serão levados a bordo por um elevador de aeronaves, o mesmo que levava os aviões do hangar para o deck durante as batalhas. As aeronaves a bordo do avião serão usadas como visual.

O evento leva o nome de PBR Air Force Reserve Cowboys por uma causa: arrecadar dinheiro para organizações de caridade por meio do programa Every Second Counts. Neste evento serão feitas doações para o Operation Homefront, uma organização militar sem fins lucrativos reconhecida nacionalmente nos EUA e que fornece assistência financeira, habitação e outros serviços sociais para famílias de militares.

A cada segundo que um competidor ficar sobre um touro será doada uma quantia em dinheiro para a organização, até ao máximo de 8 segundos.

“Enquanto nos preparamos para fechar um ano muito desafiador, a PBR chega com um presente de Natal antecipado por meio de um evento inesquecível de montaria em touro no topo do grande e histórico USS Lexington para os fãs que nos apoiam em todos os momentos, e para famílias de militares que se sacrificam por nós ”, disse o comissário da PBR Sean Gleason.

O evento seguirá todas as regras do protocolo de segurança da PBR contra a Covid-19.

Ao todo, o USS Lexington era o porta-aviões em serviço mais antigo da Marinha quando desativado em 1991. Durante a Segunda Guerra Mundial, como parte da Quinta Frota, o porta-aviões participou de quase todas as grandes operações no Teatro do Pacífico, passando 21 meses em combate.

Seus aviões destruíram 372 aeronaves inimigas no ar e mais 475 no solo. Ela afundou ou destruiu 300.000 toneladas de carga inimiga e danificou 600.000 toneladas adicionais. Os canhões do navio abateram 15 aviões e ajudaram a derrubar mais cinco.